sexta-feira, 17 de junho de 2011


APROVADA EM DOIS CONCURSOS, DEFICIENTE VISUAL É BARRADA NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Frustração. Esta é a palavra que resume o sentimento de Claudia Simone Krombauer, há pelo menos sete anos. Com 30 anos de idade, deficiente visual há 16, Claudia é formada em direito e trabalha como assistente de service desk na CPM Brasis, uma das grandes empresas de tecnologia da informação. Aprovada em dois concursos do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em 2004 e 2010, já foi recusada uma vez. Agora. aguarda decisão do Tribunal.

O primeiro concurso selecionou candidatos a escrevente do Tribunal de Justiça. Claudia foi aprovada, mas uma pericia preliminar, destinada a confirmar a deficiência informada na inscrição, apontou incompatibilidade com as atribuições mínimas. Claudia entrou com dois recursos administrativos, ambos indeferidos pelo Tribunal, assim como o mandato de segurança negado por unanimidade.

Em nova tentativa de provar sua capacidade, Claudia se submeteu a novo concurso, no ano passado e novamente foi reprovada para o cargo de oficial escrevente do Tribunal de Justiça, com atribuições como digitar os termos nas audiências, digitar sentenças, decisões e despachos e auxiliar no atendimento ao público. O Tribunal voltou a negar-lhe o cargo, embora ter anunciado 34 vagas para deficientes físico. O primeiro recurso administrativo foi rejeitado e agora Claudia aguarda a resposta a mais um recurso. Está decidida a não desistir.

Não tenho duvidas da minha capacidade, sinto é frustração e fico deprimida, porque estudei muito para estes concursos.
Estudava a noite, depois do trabalho, em busca do meu objetivo. Nunca me inscreveria se não tivesse certeza que poderia executar as funções.

Claudia se declara vitima de discriminação.

As vezes eu esqueço que não enxergo. No trabalho as pessoas são solidárias, formam minha
segunda familia, é perfeito. não há dificuldade nenhuma agora, com respeito ao
Tribunal de Justiça sim, eu sinto discriminação.

Para o vice-presidente da associação Gaúcha dos advogados trabalhistas, Antonio Escosteguy Castro,
a Constituição Federal é clara quando diz que cada órgão, seja público ou privado, deve ter 5% de
deficientes físicos contratados. Além disso, eles tem obrigatoriedade de dar condições físicas para
que a pessoa trabalhe na vaga para qual foi contratada.

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul não quis se manifestar sobre o caso de Claudia alegando
que a situação ainda não é definitiva. O Conselho dos magistrados vai se reunir nas próximas
semanas e essa discussão estar em pauta.

isso é um absurdo, se essa moça já trabalha há tempos qual é o problema desse Tribunal??????????????????
beijinhos e coraçõezinhos. lu.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Programa Especial confere as e-Legs, pernas biônicas


BOLSAS PARA COTISTAS

Quem tiver dificuldade em acessar o site deve procurar os polos da Faetec Digital. Nos cursos técnicos, 5% das vagas são reservadas para portadores de deficiência. Nos superiores 45% das vagas são para candidatos carentes. Pela primeira vez, os cotistas também receberão bolsas. A inscrição para a seleção custa Rs 38. Provas dia 10 de Julho.

beijinhos e coraçõezinhos. lu.

sábado, 11 de junho de 2011


METRO RIO SELECIONA DEFICIENTES

Na segunda e na terça feira, o Metro Rio recebe inscrições para processo seletivo de 30 vagas destinadas a pessoas com deficiência. Os candidatos devem ir a Estação Carioca das 10h ás 16h, ou se inscrever pelo site www.metrorio.com.br Para concorrer a uma vaga é preciso ter no mínimo 18 anos, Ensino Médio completo ou em curso.
beijinhos e coraçõezinhos. lu.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Tudo o que você queria saber com Tecladista do Skank - Programa Especial


PARA DEFICIENTES

A secretaria de Assistência Social assina hoje acordo com o instituto Muito Especial para promover cursos de inclusão digital para deficientes. Inscrições na 4 Coord de Assistência Social, na Rua Regeneração 654, Bonsucesso. São mais de 400 vagas. Informações; 3973-3800.

beijinhos e coraçõezinhos. lu.

sexta-feira, 13 de maio de 2011


QUERO FAZER UM TETRAPLÉGICO DAR O PONTAPÉ INICIAL NA COPA. DIZ O CIENTISTA BRASILEIRO EM 2014...

Miguel Nicolelis não precisa ser reconhecido por mais ninguém - e nem ganhar o Nobel no qual é listado como eterno candidato - para provar que é o cientista brasileiro mais importante hoje. O paulistano de Bela Vista.

Vem desenvolvendo a esperança para tetraplégicos pacientes de parkinson. Há mais vinte anos a frente de um laboratório na universidade Duke, o neurocientista acaba de reunir suas idéias, teoria e descobertas em um livro publicado em março nos EUA e que chega em junho ao Brasil, pela companhia das Letras, como muito além do nosso eu - A nova nerociencia que une cérebro e máquina e como ela pode mudar nossas vida.

Agora, ele prepara para finalizar seus dois projetos de vida; a construção de um pólo de ciência em Macaiba, Natal, e a finalização de uma veste robótica que poderá fazer tetraplégico andar, usando só a força do pensamento. 'E o quero fazer com um adolescente brasileiro paralisado na abertura da Copa do Mundo de 2014. Não me interesso por premios. Esse som é o meu maior sonho. Se tudo der certo, esse menino dará o pontapé inicial', promete.

E, se tudo parece dar certo, o Nobel também parece mais próximo. O cientista foi convidado para apresentar um simpósio em plena Fundação Nobel, em Estocolmo, na Suécia. Pela primeira vez, os comites responsáveis pelas premiações nas áreas da Medicina, Química e Física se reuniram para organizar um evento multidisplinar, cujo tema é justamente a fusão homem-robô, assunto do qual ele é a maior autoridade no mundo..

1 - Quais foram as descobertas mais importantes da neurociencia nos ultimos dez anos?

Primeiramente, ela possibilitou observar populações de células de uma dimensão que ninguém tinha visto ainda. No meu livro, separei dez principios descobertos pela nova neurociencia. Esperímentos nos últimos dez anos mostraram, por exemplo, que o processamento não é localizado, mas distribuido. Que os neurõnios podem participar de vários circuitos simultaneamente. Que o sistema incopora ferramentas artificiais como extensões do modelo do seu próprio corpo. O nosso corpo não termina no epítélio, mas se estende até o limite da ferramenta que a gente usa sobre o controle do cérebro. E uma série de outras descobertas mais técnicas e especificas, mas que na minha opinião, formam o corpo de uma nova ciência do cérebro. Quais foram as descobertas mais importantes da neurociencia nos últimos dez anos?

2 - A resposta de membro biônico já é a do corpo? Pode explicar como o órgão se adapta a uma estrutura externa?
Mesmo se voce enviar o sinal para o Japão e esperar ele voltar, é 20 mil segundos mais rápido do
que sai da cabeça e vai para o músculo do macaco. Mas para que isso ocorra, o cérebro tem que
rastreado. Esse é outro principio, o da plasticidade, o cérebro pode se adaptar. Uma vez que voce
está usando um artefato robótico, artificial, o cérebro tem que mapear sua relação com ele. Nós
medimos isso em tempo real. Com isso, o que demonstramos foi a capacidade do corpo de se entender,
a libertação dos limites físicos através do cérebro. A mente pode entrar em um diálogo hidirecional
com outro dispositivo. Era isso que ninguém sabia ainda. Mas esse esperimento ainda era uma parte
básica da pesquisa. Na verdade, ele surgiu para tentar provar uma teria de quase duzentos anos.
Queríamos resolver essa questão, e conseguimos, mas no processo, notamos que estávamos mexendo
em uma área que tinha um enorme potencial clinico. Poderia realmente ajudar as pessoas.

3 - Quando isso poderá ser aplicado nas pessoas?
Nos próximos tres anos e meio queremos fazer a demonstração do projeto Walk Again, um consórcio
multinacional de pesquisadores de neurociencia e robótica que está desenvolvendo uma estrutura robótica
para fazer que tetraplégico voltem a se movimentar com autonomia completa, apenas com a força
do pensamento. Estamos concluindo a primeira fase, demonstrando que é possível extrair sinais de
controle motor de todo o corpo. Já mostramos que isso é válido para os membros superiores e inferiores
e agora podemos controlar o balanço e o equilibrio, o que fundamental para achar.

4 - O primeiro protótipo do exoesqueleto já foi finalizado?
O exoesqueleto está sendo desenvolvido por um robóticista com o qual trabalho há muitos anos,
Gordon Cheng. Está sendo finalizado agora, em Munique. Criamos uma versão que será controlada
de forma autônoma por um macaco - o que ele pensar, a tecnologia reproduzirá. Será uma estrutura de
corpo inteiro, muito similar a que estamos desenvolvendo para a aplicação clinica em pessoas.
Claro que o macaco não vai sair jogando bola, mas, se4 demonstrarmos que pode ter autonomia de
movimento, cumpriremos o objetivo final. Conseguimos mexer com tres variáveis fundamentais
tempo - a tecnologia é mais velox que o 'harware biológico' - espaço - o membro biônico pode estar
em qualquer lugar do universo - e força - o cérebro pode movimentar um guindaste industrial ou
uma ferramenta nanométrica com o mesmo esforço. O controle do robô mistura os sinais dos pensamentos
com reflexos robóticos. É como se fosse o corpo da gente, que tem comandos central e local. Ele
é movimentado por motores hidráulicos. É feito de um material muito leve, que, apesar de resistente,
pode ser dobrado.

5 - Que tecnologia podem surgir a partir do seu trabalho?
O aprimoramento da nanométrica, por exemplo. Será possível fazer intervenções dentro da célula,
retirar uma única célula cancerigena. Teoricamente, com a nossa tecnologia, no futuro, o operador
poderia controlar essa ferramenta diretamente pela mente. Também seria possível controlar um
foguete com a força do pensamento, ou mesmo um avatar.

6 - Isso não é só ficção?
A prova de que isso não é ficção é que a maioria das grandes empresas de tecnologia do mundo já
tem departamentos dedicados a estudar o impacto da tecnologia no cérebro e o desenvolvimento
de interface entre a mente e os computadores. Google, Microsoft, Intel e IBM já tem essa divisões,
o que é uma coisa inédita. Eu mesmo já fui palestrar no Google tres vezes.

7 - Muito picareta entrou nesse ramo nos últimos anos, passado por essa onda de futurismo?
Sim, muitos. A maioria ligada a essa história de singularidade, essa idéia de que as máquinas podem
resolver todos os problemas humanos. Acho mais fácil ter uma invasão de aliens que isso que eles
propõem acontecer. Eu tenho uma opinião totalmente oposta a deles. Não acredito na proposta
filosófica de que as máquinas, vão dominar o mundo e nos substituir. Acredito no oposto, que qualquer
máquina é uma imagem do que nosso cérebro imaginou. Elas são continuações do nosso processo
de pensar ou de tentar imitar a natureza. Acredito em um símbiose homem-máquina em que o
cérebro humano vai continuar controlando assimilando tudo. O cérebro assimila o que usa com
freqüência, não é a toa que somos viciados em celular, computador, TV. Aquilo é parte de nós.
A mortalidade para mim vai chegar, mas vai acontecer de outra maneira ' quando podermos fazer
um download dos nossos pensamentos, das nossas idéias, das nossas memórias. Isso tudo é possível.
Tudo o que fazemos é por meio de sinais elétricos e isso pode ser reproduzido até em avatares. Mas
um avatar não inventa nada, não tem novas experiências. Eu gosto dessa idéia, acho até poética,
mas não tem nada a ver com a imortalidade física. No futuro, quando criarmos métodos não-invasivos
para captar a atividade central com grande resolução - e esse equipamentos vão vir, é inevitável -
ou mesmo se um dia as pessoas acharem que tudo bem implantar um chip, poderemos registrar
milhares, um dia quem sabe milhões, de células individuais ao mesmo tempo. Hoje conseguimos
registrar cerca de mil células ao mesmo tempo. Nesse patamar, já é possível sonhar com alguém
andando, e é isso que eu quero fazer na abertura na Copa do Mundo, aqui no Brasil, um adolescente
brasileiro.

8 - O cérebro humano pode ser simulado por um computador?
Nunca. Não há como reduzir a nossa mente, que é o produto de uma infinidade de eventos aleatórios
a um simples algoritmo. Existe um conceito, de numero omega, que é o numero mais aleatório
se pode criar. O processo evolutivo humano é exatamente isso.

9 - Como voce ver o modelo de investimento científico aos Estados Unidos e no Brasil?
Os EUA estão em uma crise séria de pequisa. Eles estão tendo um êxodo enorme. Ainda colocam
uma quantidade enorme de dinheiro em ciência, mas o parque científico deles é muito grande. Para sustentar isso, mais de 250 bilhões de dólares por ano, cerca de 500 bilhões de dólares contando empresas privadas. O Brasil investe 4 milhões de dólares. Quando eu falo que quero criar a Cidade do Cérebro em Natal, poucas pessoas me entendem. Mas existe algo bem previsível, alguém vai ter o primeiro parque neurotecnológico do mundo. E eu acredito que pode ser o Brasil. É o momento ideal para o Brasil se tornar um pais que produz tecnologia de ponta, não dá só para ficar copiando o que os outros fazem.
A nossa ciência precisa ser mais inovadora. O Brasil nunca pode praticar a inovação. Quando
conseguiu, se deu bem. Embraer, Petrobrás, Vale do Rio Doce. Mas um dia o minério de ferro vai acabar, precisamos produzir conhecimento. Temos de ensinar as crianças, desde bem cedo, a pensar criativamente. Não dá para importar inovação. No EUA, eles tem a ousadia no DNA, não sofrem com uma educação de colonizado como nós. Os norte-americanos não dormem no ponto. Muito menos na ciência. Quando eles veem que precisam investir, vão com tudo, como foi o caso da corrida espacial, que incentivou o pensamento criativo de uma maneira impressionante. Ainda hoje, os EUA vivem a última onda da inovação trazida pelo projeto espacial. Os engenheiros de ponta, matemáticos e molecada que cria ciência hoje, é toda daquela geração. O Brasil inteiro precisa ter uma educação libertadora. E não pode esperar que os talentos venham só de São Paulo. Pensa no Rivaldo, ídolo do meu Palmeiras. Ele foi visto na periferia de Pernambuco, jogando na rua. Se tem olheiro para futebol, por que não tem para a ciência? A academia brasileira não dá a cara para a sociedade. Nos EUA é diferente, o povo sabe que paga pela ciência. Meu vizinho chega para mim e pergunta o que estou fazendo com o dinheiro dele.

10 - Voce é um critico do modelo de universidade adotado no Brasil, que chama de 'colonial'. O que deve mudar? Como voces estão conseguindo financiar o Campos do Cérebro em Natal?
Somos um projeto privado, temos parcerias com o governo federal, mais temos de achar recursos no mundo inteiro. Estamos conseguindo para cada RS 1 público que conseguimos, temos RS 1 ou RS 1 privados. Por isso, a Cidade do Cérebro, última fase do projeto, é nossa idéia autossustentabilidade. Já a academia brasileira é muito provinciana. Ver mal quando um cientista escreve um livro como o meu, de divulgação científica. Bem, eu escrevi porque isso é importante. As pessoas tem imagens de pura ficção na cabeça, de Hollywood, e alguém precisa chegar para elas e explicar como funciona. Na área tecnológica, as pessoas tem essa fantasia de que as máquinas vão nos dominar, de que o Big Brother vai entrar nas nossas mentes. Isso tem de ser esclarecido. Nos EUA, isso é bem vindo. Aqui não. Acredito que no futuro, o conhecimento produzido por essas instituições será inteiramente colaboratívo. É só ver o projeto Walk Again, que envolve duas instituições alemãs, uma suíça, a Universidade
Duke e o nosso instituto em Natal. A lógica colaborativa é muito emblemática do que o cérebro faz,
por isso funciona tão bem.

11 - Como assim?
Eu tenho uma teoria, que ainda não posso provar cientificamente e que por enquanto é só uma hipótese,
de que os modelos colaborativos funcionam tão bem porque a mente os reconhece como naturais.
Somos animais sociais, não é a toa que as redes sociais são um sucesso. Temos de ter contato com
os nossos pares. Nossas ações ou muitas vezes são mímicas de como nossa mente age, até nosso
modelos políticos refletem isso - nosso cérebro é uma grande democracia. Nós nos sentimos bem
nesse modelo distribuído, exemplificado pela internet. Nossa cabeça funciona assim.

beijinhos e coraçõezinhos. lu.

terça-feira, 10 de maio de 2011


SOMOS TODOS IGUAIS

O Brasil possui 27 milhões de habitantes com algum tipo de deficiência, volume equivalente a 14,5% da população. Segundo dados do IBGE [ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica ] na região de São Paulo são 3 milhões de pessoas com deficiência fisica ou mobilidade reduzida. Durante anos elas foram amparadas por politicas assistencialistas, reflexo do pensamento que as pessoas com deficiência não podem seguir suas própria vontades. Ultimamente, esse quadro vem se transformando e os direitos dessas pessoas estão sendo assegurados não apenas por leis, mas por uma percepção da sociedade que as diferenças entre as pessoas podem ser sutis ou marcantes, mas elas existem desde que o mundo é mundo.

Basta conviver com pessoas com algum tipo de deficiência para aprender o verdadeiro sentido das palavras respeito, dignidade, admiração e superação. É incrível a transformação que acontece dentro da gente quando nos defrontamos com pessoas com mobilidade reduzida. Ai vem aquela vontade de transformar a cidade num espaço acessível para todos.

FROTA ACESSÍVEL
No passado o numero de veículos coletivos adaptados era muito pequeno. Mas com a criação da lei federal, que tornou obrigatório que todos os ônibus saiam de fábrica preparados para atender portadores de alguma necessidade especifica, este cenário está mudando. A norma numero 10, 008 determina que até 2014 toda a frota em circulação esteja preparada para atender a estes usuários. Hoje, apenas 40% da frota de ônibus, urbano em circulação [ 105 mil veículos ] está preparada para atender estes usuários.

Para ser acessível o veiculo, deve atender a pelo menos uma das seguintes exigências; possuir piso baixo [ total ou parcial ], contar com elevador, ou oferecer 'embarque nível' - quando a calçada fica na mesma altura do veiculo - sistema comum nos BRTs [ Bus Rapid Transit ].

Entretando, a principal preocupação para que a lei seja atendida no tempo determinado não se refere aos ônibus, mas sim as calçadas e vias para estes passageiros tenham condições de chegar até o local para desfrutar do transporte.

É preciso aliar veículos adaptados com uma infraestrutura de qualidade. Não adianta oferecer o veiculo
de acordo com todas as normas se o passageiro não consegue chegar até o ponto de parada devido
as más condições das calçadas. O valor eztimado necessário para adaptar os veículos é da ordem de
100, milhões.

AS GRANDE METRÓPOLES
Segundos dados SP Trans, a Capital paulista conta com 3 . 900 veículos adaptados de um total de
15 . mil. No Rio de Janeiro - cidade onde a frota é composta por 8 , 800 ônibus - 2 , 000 são acessíveis.
Em Belo Horizonte, existem hoje 1, 300 ônibus com elevador e 152 com piso baixo. No total, 2, 800
veículos circulam pela cidade. Em Porto Alegre, de 1, 597 veículos, 479 unidades estão preparadas
para atender estes usuários.

E VOCE?
Precisamos ainda trilhar um longo caminho da inclusão. Voce também pode ajudar. Nunca pare nas
vagas destinadas as pessoas com deficiência nem em frente as guias rebaixadas nas esquinas. Um cadeirante terá dificuldade para tentar atravessar pela faixa de pedestres usando o rebaixamento.

Só teremos cidades acessíveis quando o respeito pela diversidade estiver arraigado em nossa cultura.
Por fim, seja sincero e honesto, delicado e respeitoso, tolerante, bem-humorado, com as pessoas
com ou sem deficiência.

Nós deficientes também temos que largar de lado esse preconceito arcaico que ainda paira nas nossas/
mentes. Perdemos muita oportunidade boa de vida e de trabalho, por causa dessa mentalidade
antiga já é.....

beijinhos e coraçõezinhos. lu.

domingo, 8 de maio de 2011

para todas as mamães, deficientes ou não; um ótimo
DIA DAS MÃES !!
beijinhos e coraçõezinhos. lu.

quinta-feira, 28 de abril de 2011


BANCO É MULTADO POR DE RESPEITAR DEFICIENTE FISICO

O Banco que impedir o acesso de portado de prótese, expondo-o a constrangimento, extrapola os limites do direito a segurança. logo, tem o dever de indeniza-lo por danos morais. Foi o que decidiu por unanimidade, a 9 Cãmara Civel de Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, ao dar provimento a apelação de um deficiente fisico, contra sentença de primeira instância que favoreceu o Banrisul. O julgamento aconteceu no dia 2 de Março com as presenças dos desembargadores Tasso Caubi Soares delabary, Leonel Pires Ohlweiler e MArilene Bonanini Bernardi [ relatora ] cabe recurso.


Conforme relata sentença o cliente, deficiente fisico por paralisia infantil, dirigiu-se a agencia bancaria no dia 4 de fevereiro de 2009 munido de contas a pagar. Quando tentou passar pela porta giratória, esta travou. Então, um fumcionário da agencia chamou a gerente e explicou sua deficiência. Ele usava aparelho ortopético de aço inox nos membros inferiores. Apesar de ciente do caso a gerente não o liberou para ingressar no banco. O cliente, então chamou a brigada militar [ a policia militar gaúcha ]. A gerente apareceu novamente, informando-o que, se quisesse pagar suas contas, deveria entrega-las a um funcionário da agencia-eis que seria impossivel seu acesso ao interior do local. Inconformado com o desrepeito, o cliente ingressou com ação judicial. pleiteando indenização por danos morais, em valores ao livre arbiltrio do julgador.

Citado, o banco apresentou contestação, discorrendo sobre a necessidade de possuir portas giratórias em estabelecimentos bancários. Mencionou que o autor deu dimensão desmesurada ao caso. sustentando a inexistência de danos morais. Realizada a audiência de instrução e julgamento, foi proposta a conciliação, que não teve acolhida. Sobreveio então, a sentença da juiza de direto Patricia Hocheim Thomé; pedido improcedente. Inconformado, o deficiente interpõs recurso de apelação ao TJ-RS.

Em suas razões recursais, voltou a repisar o argumento de que o veto a entrada no estabelecimento bancários lhe causou grande constrangimento. Disse que identificou-se como deficiente fisico e que esta condição é visivel, pois só pode locomover-se com muletas. Mesmo assim teve o acesso negado. Ressaltou que a prova testemunhal vai ao encontro de suas alegações, tendo sido o autor, na ocasião, indicado como pessoa perigosa. Apostou dois argumentos a existência de danos morais. O impedimento de acesso a agencia bancária e a humilhação sofrida em decorrencia das atitudes da gerente, que somente voltou a dar atenção ao autor devido a presença de um policial militar. Sustentou que a culpaim eligendo do apelado está caracterizada pela conduta imprópria e discriminatória de sua funcionária. Por fim, afirmou que a exigência feita ao apelante, para que entregasse as contas a um funcionário para que efetuasse o pagamento, revela má-fé da ré.

A relatora do recurso, desembargadora Marilene Bozanini Benardi, iniciou seu voto pontuando que o caso é peculiar e merece atenção, tendo em vista que o autor usa aparelho ortopético de aço inox nos membro inferiores. Na visão da julgadora, 'os funcionários da ré deveriam ser, ao menos, mais habilidosos para contornar situações como estas, a fim de que deixassem de transformar o que poderia ser um simples contratempo em fonte de vexame e vergonha, possiveis de indenização.

Neste sentido a desembargadora entendeu que os prepostos do banco exorbitaram no seu dever de zelar pela segurança do local, expondo o autor a constrangimento indevido, tudo pela qual merece ser condenado ao pagamento de indenização por danos morais.

Lembrou que a fixação do quantum indenizatório deve ser compativel com a reprovabilidade da conduta, levando-se em conta dois aspectos a reparação e a repressão. Valor arbitrado. Rs 8 mil, 'montante que certamente satisfaz ao caráter reparatório, servindo, ainda, como expiação a ré'.

isso não acaba, o que tinha liberar o rapaz pra pagar as contas dele? E se fosse um cadeirante? Nem ia poder chegar perto da entrada não mesmo? vai ver se fosse assaltante ia entrar tranquilamente e quando visse a casa já teria caido; pensem nisso....

beijinhos e coraçõezinhos. lu.

Comédia MTV- Casa dos Autistas e caetano veloso.

lamentável o que a emissora a cabo MTV fez com os autistas. como voces podem assistir aqui em cima; foi uma brincadeira de péssimo gosto, não respeitaram as familias deles; ridicularizando-os, isso não se faz!! Temos que respeitar os sentimentos alheios, afinal somos todos de carne e osso e um coração batendo no peito. beijinhos e coraçõezinhos. lu.

segunda-feira, 25 de abril de 2011


Produto Falicita a Comunicação de pessoas com Dificuldade na Fala

Falicitar a comunicação e auxiliar a inclusão social das pessoas com deficiência.
Foi com esse objetivo que o serviço social da indústria [ Sesi ] e o serviço nacional de aprendizagem industrial [ Senai ] do paraná, em parceria com a Editora Kayagangue lançaram, no mes passado, o Communis. O produto é composto por 480 cartões, que apresentam imagens para falicitar a comunicação das pessoas com dificuldade na fala.

De acordo com Vera Lucia Moraes, coordenadora do projeto de desenvolvimento do communis, o produto é um sistema de comunicação alternativa impresso que pode ser utilizado por qualquer individuo que tenha comprometimento na fala, como pessoas aditiva, autistas e pessoas com deficiência ou paralisia cerebral, qualquer pessoa de qualquer idade, pode usar, já que trabalha com imagem', destaca.

Para ela, o Communis pode ser considerado uma tecnologia social, porque auxilia o processo de inclusão social. Há melhora na comunicação em casa e no mercado de trabalho'. comenta.

Segundo ela, os cartões podem ser utilizados tanto em locais de trabalho quanto em escolas e outros, ambientes de sociabilidade. As pessoas tanto podem fazer referencia a uma imagem, como podem formar frases e mensagens', aponta.

As 480 figuras do Communis são dividas por cores e categorias. Cada cor representa um grupo diferente. A amarela por exemplo representa pessoas, ou seja, possui figuras relacionadas a personagens e profissionais. A rosa refere-se a categoria de interação social; a verde destina-se a verbos; a azul representa sentimentos; a laranja relaciona-se a categoria de substantivos; a cinza
expressões industriais; e a branca trabalha com elementos diversos, como tempo, cores, números e datas.

A coordenadora do projeto do Communis destaca ainda que os cartões utilizam elementos da cultura Brasileira, o que facilita a compreensão. A idéia vem de algo parecido com o que já tem no
mercado, mas são softwares estrangeiros. O kit traz imagens com referencias da cultura Brasileira, desenhos trabalhados, e já vem pronto para utilizar , diferente dos softwares estrangeiros, que a pessoa tem que imprimir [ os cartões ] e são caros',
comenta.

De acordo com Vera Lucia, o produto já 'foi validado' em uma escola de educação para pessoas com deficiência
e em industrias que tem funcionários com dificuldade na fala. Chegamos a conclusão de que o produto melhora
a comunicação', revela. Mais informações sobre o Communis em, htt;//.www.kaygangue.com.br/site/#/communis/

legal esse projeto, vai melhorar vida de muita gente...

beijinhos e coraçõezinhos. lu.

domingo, 24 de abril de 2011